15 de dezembro de 2018



No dia 25 de Setembro de 2018 e com reforço do pedido a 28, a Associação para a Defesa dos Interesses da Gafanha -ADIG- enviou para a Câmara Municipal de Ílhavo, um E-mail, de que respigo o seguinte:

“Ex.mo Senhor Eng. Fernando Caçoilo, Presidente da C.M. de Ílhavo:
“…  Temos conhecimento de que o edifício do antigo Jardim de Infância da Marinha Velha, sito na Rua D. Manuel I, se encontra livre.
Sendo a ADIG uma das associações mais antigas da nossa Freguesia e das poucas que ainda não têm sede, solicitamos a cedência do imóvel ou de uma FRACÇÃO do mesmo, para tal fim.”
Pessoalmente, em 17 Novembro, no dia da inauguração da escultura da Rotunda da
Avenida dos Bacalhoeiros, voltei a lembrar, ao Presidente da Câmara, o pedido da ADIG, tendo ele dito para “eu ficar descansado que o assunto IA SER DECIDIDO na Reunião de Câmara”.

Em 19 de Novembro, passados 2 dias, recebemos a seguinte informação:
“… encarrega-me o Sr. Presidente da Câmara de informar que APÓS ANÁLISE DAS DIFERENTES SOLICITAÇÕES, FOI APROVADA POR UNANIMIDADE na última reunião do Executivo, a cedência do antigo Jardim de Infância da Marinha Velha à Associação de Surf de Aveiro.”

A ADIG nada tem contra a cedência do edifício à Associação de Surf de Aveiro mas, sim, contesta a maneira ardilosa, mentirosa, como foi induzida a tomada de decisão.

1.o - Quando falei com o Presidente da Câmara, na inauguração do Monumento da Rotunda, ele disse que “IA SER DECIDIDO NA CÂMARA”!... AFINAL JÁ TINHA SIDO DECIDIDA A CEDÊNCIA NA REUNIÃO ANTERIOR, NO DIA 15!... Mentiu e demonstrou uma lastimável falta de carácter!...

2.o - Nessa Reunião de Câmara tinha sido levado o pedido de cedência do Jardim de Infância, tendo o Presidente afirmado aos Vereadores que HAVIA UMA ASSOCIAÇÃO INTERESSADA… A Associação de Surf de Aveiro…  Omitiu os pedidos da ADIG!… Mentiu, mais uma vez, descaradamente, enganando os seus pares.

3.o – Na reunião de Câmara seguinte, confrontado pelos Vereadores pelo embuste que lhes tinha pregado e que OS LEVOU A VOTAR POR UNANIMIDADE, SEM DISCUSSÃO, a cedência à Associação de Surf, admitiu que tinha havido pedidos da ADIG, mas só levava à Câmara, o que queria, o que entendia!...

OH! SENHOR PRESIDENTE, A DEMOCRACIA TEM REGRAS! E A MENTIRA E A OCULTAÇÃO DE PROVAS NÃO FAZEM PARTE DELAS!...
 A discussão que se seguiu, na Reunião de Câmara, é do conhecimento público.

Como diriam os Psicólogos:

A DIFERENÇA ENTRE UMA MENTIRA ACONTECER NUMA PESSOA NORMAL E NUMA PESSOA COM FALTA DE CARÁTER, SERÁ A REPETIÇÃO E A NÃO CORREÇÃO DO ACTO.

Humberto Rocha




ADIG – BODAS DE PRATA

A Associação para a Defesa dos Interesses da Gafanha comemorou as Bodas de Prata, no dia 13 de Outubro de 2018, no Restaurante O Leão, da Gafanha da Nazaré.

Em nome da ADIG, o Presidente deu as boas-vindas e agradeceu a presença de todos os convivas.

Estiveram connosco antigos Presidentes da ADIG, representantes das Associações da Gafanha, Órgãos de Comunicação Social e, evidentemente, sócios.

Os Presidentes da Câmara e da Junta de Freguesia, por compromissos autárquicos anteriormente assumidos, não puderam estar presentes, mas deram os parabéns e desejaram felicidades à nossa Associação.

O jantar, o corte do bolo de aniversário e os brindes foram acompanhados pela alegre música de "Os Amigos das Sextas".

Valeu bem a pena!...

Humberto Rocha

Para ver o filme click:     https://www.facebook.com/humberto.rocha.509/videos/1979448888808374/




ROMAGEM À NOSSA SENHORA DE VAGOS 2018

A ADIG -Associação para a Defesa dos Interesses da Gafanha- organizou, mais uma vez, a Romagem à Nossa Senhora de Vagos, no dia 5 de Outubro de 2018.

Quando chegámos, na Romagem Ciclista, perto das 11H00, já havia muitos gafanhões dentro do Tempo, em oração, que tinham ido de bicicleta ou de veículos motorizados.

A Capela, durante os cânticos, estava completamente cheia e ainda havia gente do lado de fora.

Este gesto, Romagem à Senhora de Vagos, é o preito de homenagem dos habitantes da Península da Gafanha à Senhora de Vagos e às gentes desta Terra, que em tempos remotos, desde o séc XVII, povoaram estas paragens à beira da Ria e do Atlântico. A maioria das famílias que deram vida às nossas Gafanhas são oriundas de Vagos e arredores povoando estes estéreis areais, que depois transformaram, com a ajuda do moliço, em terras férteis.

Aqui chegaram para a apanha do junco à gadanha (gadanhar o junco ou, no seu linguarejar, gafanhar o junco). E o grito, à prôa da bateira, ouvia-se longe: "vamos à gafanha do junco"! E tantas vezes o repetiram que bastava dizer: "Vamos à Gafanha"; agora com letra grande porque se transformou na Terra da Promissão…
Freguesia há pouco mais de 100 anos (1910), Vila há 49 (1969) e Cidade há 17 (2001)!... 90 anos para transformar uma Terra quase desconhecida numa Cidade!... 

Abençoadas gentes que souberam fazer da Gafanha, a Terra que é hoje...

Na Capelinha de Vagos, após a mensagem de boas-vindas do Presidente da ADIG, atuou a Tuna da Universidade Sénior, com vários cânticos, de seguida cantou a solista Alice Carlos e finalmente o Grupo LaDo Mar, com o cantor Júlio Caçoilo, que encantaram todos os gafanhões presentes. 

Todos os assistentes foram unânimes em que a Romagem decorreu o melhor possível.

No final das cerimónias, os romeiros instalaram-se no Parque de Merendas, onde teve lugar um piquenique e convívio muito agradáveis.

Para o ano há mais!...

Humberto Rocha

Para ver o filme click: https://youtu.be/Yv9k3A7GbBE


27 de setembro de 2018



ROMAGEM À NOSSA SENHORA DE VAGOS
5 DE OUTUBRO DE 2018

A ADIG (Associação para Defesa dos Interesses da Gafanha da Nazaré) promove a tradicional romagem ao santuário de Nossa Senhora de Vagos, relembrando tempos idos, em que os nossos antepassados a Ela recorriam em busca da consolação para os males que os afligiam. Como é sabido a Gafanha esteve ligada a Vagos tanto no aspecto religioso como administrativo.
São também oriundos da região de Vagos os primeiros povoadores da nossa Terra razão pela qual sempre existiu uma forte ligação afectiva entre as nossas gentes.
PROGRAMA

10H00 – Saída do Centro Cultural da Gafanha da Nazaré, para quem for de bicicleta.

11H00 – Início dos cânticos dedicados a Nossa Senhora, na Capela, com o grupo de fados de Coimbra Portas d’Água e Grupo Coral da Universidade Sénior do Centro Social Paroquial Nossa Senhora de Nazaré. Não faltes, vai de bicicleta ou de carro.

12H00 – Depois dos cânticos segue-se um convívio no Parque de Merendas anexo, em que cada um desfrutará do seu farnel (ou dos amigos…) e de mais música.

Humberto Rocha


                  GOLFINHOS NA RIA DE AVEIRO


Desde há 2 meses, que ao navegar na Ria de Aveiro, no Canal dos Bacalhoeiros, na zona compreendida entre a Ilha do Rebocho e a Marina da Associação Náutica da Gafanha da Nazaré, a atenção era despertada pelo aparecimento dum golfinho (ou um mamífero da mesma espécie) próximo da embarcação.

Tentava-se filmar com o telemóvel, mas a velocidade e o aparecimento e desaparecimento brusco do golfinho, inviabilizava a gravação.

Então, no sábado, munido de máquina e com um camarada para manobrar o Nandita II, lá partimos, propositadamente, para fazer “caça videográfica” ao mamífero aquático. E depois de algum tempo às voltas, lá apareceu o cetáceo, seguiu o barco e consegui o documentário que vos apresento.

H.Rocha

24 de junho de 2018





BRESFOR - SIMULACRO DE EXPLOSÃO NA FÁBRICA DE FORMOL
A ADIG e a ANRGN estiveram presentes

A Associação para a Defesa dos Interesses da Gafanha e a Associação Náutica e Recreativa marcaram presença no simulacro duma emergência na Bresfor.
Na missão das nossas associações está sempre presente a necessidade de conhecer os problemas e saber a forma como as empresas estão equipadas para responder e poderem obstar á propagação de danos para o ambiente e para a Gafanha.
Das associações estiveram presentes: o Presidente da Direcção (Humberto Rocha), João Marçal e Leopoldo Oliveira, pela ADIG e Rui Lino e Fernando da Preta, pela ANRGN.
Dirigimo-nos à Recepção onde nos identificámos e recebemos equipamento de protecção e instruções pelo Director da Fábrica, Eng.º Fernando Mendes e pela Eng.ª Augusta.
Tratava-se do simulacro duma explosão na Fábrica de Formol.
Sem pretender ser exaustivo e muito menos tecnicamente perfeito, faço uma descrição do que se passa numa emergência deste tipo:
1-      Alarme de emergência – soa um alarme intermitente. Os elementos com intervenção no Plano de Emergência suspendem todas as tarefas, deixam todos os equipamentos em posição segura, fecham todas as válvulas, cortam fontes de ignição e dirigem-se ao Posto de Comando.
2-      O Diretor de emergência e o Chefe de Intervenção vão para Sala de Controlo. Estão em contacto, via rádio, com todos os intervenientes.
3-      Depois da avaliação da situação de emergência, se necessário, o Director dá indicação para activar o Plano de Emergência Interno (PEI) e soa um toque contínuo. É bloqueada a entrada da fábrica por forma a não entrar viaturas ou pessoas. Se necessário são requisitados apoios externos (bombeiros), ambulância e forças de segurança.
4-      Todas as pessoas que não têm intervenção directa no Plano de Emergência dirigem-se à portaria onde é feita a chamada para verificar se falta alguém.
5-      Começa a ser combatido o incêndio com Cortina de água e espuma até à extinção total e rescaldo.
6-      No final, no edifício social, foi feito um “breafing” por todos os intervenientes no PEI: Director de Emergência (Eng. Fernando Mendes), Chefe da Equipa de Intervenção (Carlos Mouro) e Chefe de equipa dos Bombeiros (Luís Pinto). Foi contabilizado como decorreu a intervenção, quais os aspectos positivos e aqueles que será necessário corrigir.
Os elementos da ADIG e da ANRGN ficaram satisfeitos e, na verdade, mais tranquilos por verificarem o profissionalismo e a destreza com que cada um executava a tarefa que lhe estava destinada.
No fim a esperança e só um desejo: que nunca seja necessário executar este exercício em situação real.

Humberto Rocha



SENHORES PRESIDENTES DA JUNTA E DA CÂMARA:
É TEMPO DE TENTAR PÔR COBRO A ACIDENTES, TÃO FREQUENTES,
NO CRUZAMENTO DAS RUAS JOÃO DAS REGRAS COM PEDRO NUNES


Nem está em causa o haver ou não haver sinalização no local, pois ela existe: o stop e a sinalização horizontal.
No entanto continua a haver demasiados acidentes naquele cruzamento, tornando-o num “ponto negro” da circulação rodoviária. Logo, há que alterar alguma coisa que possa inverter essa tendência.
Ontem, dia 12 de Maio, houve mais um sinistro.


“O conceito de “ponto negro” é um local onde, tendo em conta as suas características, ocorrem mais acidentes do que o esperado”.


É verdade que os condutores têm de ter cuidado e respeitar a sinalização! Mas também é verdade que com sinalização adequada tudo melhora.


1. A Rua João das Regras é uma recta 3 vezes mais longa que a Rua Pedro Nunes e sem obstáculos, com verdadeira sensação de continuidade. A Pedro Nunes, mais curta, apresenta, bem visível, um obstáculo, a vedação da A25. Logo, parece mais lógico que a prioridade fosse da R. João das Regras, bastando mudar os sinais.


2. A sinalização horizontal que lá existe (com séries de 2 traços contíguos e depois um espaço longo para as seguintes 2 linhas) não é a mais eficaz. Poderia ser melhorada, utilizando a regra mais usual, de começar com traços mais afastados, cujas distâncias vão diminuindo à medida que se aproximam do cruzamento, incutindo no condutor a sensação de perigo. Melhor ainda, se nesta técnica fossem pintados os traços horizontais com alguma altura (lombas baixas) que são perfeitamente perceptíveis no volante e na oscilação do veículo.


3. Temos um exemplo positivo, bem evidente, no cruzamento da Alameda Prior Sardo com a Rua Gago Coutinho, em que havia acidentes todas as semanas e após a colocação da sinalização horizontal correcta, praticamente, deixou de haver sinistros. Juntamos uma foto esclarecedora.


Senhores Presidentes da Junta de Freguesia e da Câmara defendam os direitos dos residentes e dos visitantes da nossa Gafanha da Nazaré.


HRocha

21 de março de 2018

ASSIM SEJA!… QUE SE CUMPRA…É A ESPERANÇA QUE RENASCE...
A ESPERANÇA DE QUE A ACTUAL ADMINISTRAÇÃO DO PORTO DE AVEIRO E O GOVERNO CUMPRAM O QUE PROMETEM…



O reforço do cordão dunar entre a Costa Nova e a Vagueira avança em 2018 e a dragagem da ria vai a concurso em Maio. Duas certezas deixadas pelo Governo, esta terça, em Ílhavo na assinatura de contratos de investimento para várias empreitadas que abrangem todo o país.
Ílhavo foi o palco de apresentação dos investimentos financiados pelo PO SEUR no campo da Proteção do Litoral. Está previsto um pacote de 47 projetos aprovados num investimento global de 110 milhões de euros em que as recargas surgem em plano de destaque.
No caso da região de Aveiro as dragagens e a recarga de areia no cordão dunar são as mais expressivas em área sensível que o Governo quer atacar.
Além do transporte da areia depositada em área portuária, os dragados também vão ajudar a proteger a costa num investimento de cerca de 15 milhões de euros. 
O Ministro do Ambiente afirma que a política está assumida. As recargas de areia são a primeira aposta a que se poderão juntar alguns esporões e um trabalho que terá de ser regular no futuro.
A Ministra do Mar elogia a intervenção do Porto de Aveiro no processo de reforço do cordão dunar. E lembra que há ganhos para os Municípios e para a economia uma vez que a área ocupada, com areia em depósito, será libertada para a instalação de novas empresas em área portuária.
Depois do arranque da construção da unidade da A Silva Matos, outras poderão seguir-se. Ana Paula Vitorino realça essa parceria entre economia e ambiente como marca distintiva deste projeto.
“Temos areias acumuladas na ZALI, zona logística, que para se poder infraestruturar tem que ser retirada. Esta é um oportunidade para propiciar um projeto do porto e beneficiar a defesa da costa. Juntar dois projetos deste tipo é a primeira vez”.
Fernando Caçoilo assumiu-se como o autarca que todos os dias vai verificar as condições da orla costeira e lembra que o litoral merece o investimento. O presidente da Câmara de Ílhavo acredita que o quadro de apoio é oportunidade única para qualificar o litoral. E diz que o litoral tem sido apresentado como zona “rica” mas sem o devido retorno.
"Neste espaço de território, que tem a maioria da população, o ponto em que mais se cobra em impostos, é necessário olhar para o litoral. O Portugal 2020 pode ser a última oportunidade para evitar um litoral sem investimento. Sem valorização do território, sem vida ou lazer é um nado morto, não serve para nada”.
Braga da Cruz, administrador do Porto de Aveiro, saúda o entendimento entre as diferentes instituições públicas que dão as mãos nos projetos de reforço do cordão dunar. 
“Administração do Porto de Aveiro entende que é fundamental que a ação do Porto seja efetivamente amiga das populações e dos territórios na proximidade e como tal seja percecionado".