14 de maio de 2016


A ADIG ESTÁ ATENTA!...


Alguns órgãos de comunicação social referem e muito bem, o Relatório da Organização Mundial da Saúde, que só veio dar razão ao que a Associação para a Defesa dos Interesses da Gafanha da Nazaré -ADIG- vem defendendo, desde Fevereiro de 2014, de que havia grande poluição na Gafanha da Nazaré, nomeadamente provocada pelo Petcoke, bem como outros produtos manuseados no Porto de Aveiro.

Por isso mesmo pugnou pela melhoria das condições de manuseamento dos produtos e pretende ver realizadas as obras que ainda faltam, no caso da poluição pelo Petcoke, o que irão também beneficiar, no caso de outros poluentes depositados na mesma área.

Convém no entanto ter em conta que é necessário debruçarmo-nos sobre todo o conteúdo do Relatório e, não apenas, “ler pela rama”. É que este apoia-se em dados recolhidos nas cidades, no período de 2008 a 2013. Não são dados de 2016!...

E já em Outubro de 2014 nós tínhamos alertado a Administração do Porto de Aveiro e a Agência Portuguesa do Ambiente, bem como todas as outras Entidades Portuguesas que intervêm no processo de descarga de Petcoke, para um “Memorando da Comissão Europeia, datado de 25-09-2014, sobre o Processo por infracção enviado ao Tribunal de Justiça da União Europeia pela Comissão Europeia sobre Ambiente, em que insta Portugal que tome medidas contra a poluição atmosférica”, e que referia expressamente:

“Portugal não está a proteger os cidadãos da poluição causada pelas poeiras finas (PM10). As partículas de PM10 provêm das emissões da indústria, do tráfego e do aquecimento doméstico e podem causar asma, problemas cardiovasculares, cancro do pulmão e morte prematura.”
“Os cidadãos de alguns concelhos de Lisboa, Porto, AVEIRO/ÍLHAVO e Estarreja têm sido continuamente, ou quase continuamente, expostos a níveis nocivos de PM10, desde 2005, com base nos mais recentes relatórios relativos a 2012.”                                                   

Portanto este assunto já não é novo e a ADIG tem estado atenta, não desiste, e tem alertado as autoridades para esse facto.

Agora, voltando à referida notícia, três notas da ADIG:

1.     A poluição já estava identificada, como prova o Memorando da Comissão Europeia, sendo agora reforçada pelo Relatório da Organização Mundial da Saúde;

2.     A recolha de dados foi feita entre 2008/2013, tendo havido, depois dessa data, alteração dos comportamentos no manuseio dos produtos no Porto de Aveiro, nomeadamente, no que diz respeito ao Petcoke (Canhão de água vaporizada sobre a pilha de coque de petróleo, navios de transporte mais pequenos e começo imediato da carga para camions cobertos (fica menos tempo no cais), cuidados com as gruas, etc;

3.     A única Estação de Medição da Qualidade do Ar, com medição em contínuo, estava e está instalada em Ílhavo, na EB 2.3 José Ferreira Pinto Basto, enquanto na Gafanha da Nazaré nada existia, à excepção das campanhas efectuadas pelo IDAD, de apenas algumas semanas, intermitentes, começadas em Julho de 2014;
Por tal razão o Relatório só refere a poluição do ar na Cidade de Ílhavo, sem qualquer referência à Gafanha da Nazaré, onde seria expectável, haver níveis mais elevados de má qualidade do ar.

A tomada das medidas já acima referidas melhorou, sem dúvida, a qualidade do ar na envolvente do Porto de Aveiro mas, voltamos a referi-lo, é essencial que sejam realizadas as obras que já nos foram prometidas e que são do conhecimento das populações:

a) A Estação de Monitorização do Ar, com medição em contínuo, que se espera esteja em funcionamento na próxima semana;

b)     A Barreira Eólica já tem o projecto de estabilidade pronto e ficará instalada no terreno em Junho ou Julho de 2016. 

c)     A Bacia de Contenção de Lixiviados e a Estação de Tratamento, para evitar escorrências para a Ria, estarão executados em Setembro ou Outubro de 2016. 

A ADIG está atenta e espera ver o problema do Petcoke solucionado dentro dos prazos previstos.

Gafanha da Nazaré,13 Maio 2016
Pel’A ADIG
Humberto Rocha

1 de maio de 2016


             
             A ASSEMBLEIA DA REPÚBLICA APOIA A LUTA DA ADIG

      Estes Projectos defendem todas as reivindicações por que a ADIG vem pugnando:

      1. A construção da Barreira Eólica contra ventos dominantes, de Norte e Noroeste

      2. A Construção da Bacia de Contenção de Lixiviados e Estação de Tratamento, para evitar escorrências para a Ria

      3. A instalação de uma Estação de Monitorização da Qualidade do Ar, na envolvente do Porto de Aveiro, em permanência

      4. Plantação de uma Barreira Arbórea entre o Porto Comercial e as habitações da Gafanha da Nazaré, para suster algumas poeiras poluidoras que ainda se libertem

      Nota: Temos realizado reuniões com a Administração do Porto de Aveiro e com a Cimpor, de que resultou a adopção de cuidados consideráveis no manuseamento do Petcoke no Cais Comercial, com melhoria da qualidade do ar na Gafanha da Nazaré.

      Temos indicações de que vão ser realizadas as obras necessárias:

      A Estação de Monitorização do Ar, na Envolvente do Porto de Aveiro, em contínuo, estará a funcionar no mês de Maio.

      A Barreira Eólica já tem o projecto de estabilidade pronto e ficará instalada no terreno em Junho ou Julho de 2016.

      A Bacia de Contenção de Lixiviados e a Estação de Tratamento, para evitar escorrências para a Ria, estarão executados em Setembro ou Outubro de 2016.

      É nossa convicção de que estas obras irão ser realizadas, devolvendo à Gafanha da Nazaré e Povoações limítrofes, um ar mais respirável, com a inerente melhoria da qualidade de vida dos seus habitantes.

      Gafanha da Nazaré, 29 Abril 2016

      Humberto Rocha




                         

GAFANHA DA NAZARÉ -Elevação a Cidade, há 15 anos


                Clickar no Link para ver o filme original Link:  https://youtu.be/ELEv4jnFUMY

                                                 GAFANHA DA NAZARÉ É CIDADE 
                                                          HÁ 15 anos – 19 Abril 2001

                            
NÓS ESTIVEMOS LÁ… NA ASSEMBLEIA DA REPÚBLICA

Quanta emoção… quanta alegria!…

A Gafanha da Nazaré, freguesia com 91 anos, vila desde 1969 é elevada à categoria de cidade em 2001. Projecto de Lei defendido pelo Deputado António Pinho, na Assembleia da República.

Os gafanhões que se deslocaram a Lisboa, à Assembleia da República, ouviram com emoção e quantos com lágrimas nos olhos, as palavras mágicas “A Gafanha é elevada à categoria de cidade”. 

Regressámos já de madrugada, mas ainda houve forças para festejar e atirar os foguetes, anunciando a boa nova.

Quanta emoção… quanta alegria! 

                                                VIVA A GAFANHA DA NAZARÉ!

Humberto Rocha

NÓS ESTIVEMOS LÁ... NA ASSEMBLEIA DA REPÚBLICA, HÁ 15 A








                                                                                               

28 de abril de 2016

GAFANHA DA NAZARÉ 75 Anos da Freguesia




COMEMORÁMOS, NO DIA 19 de ABRIL de 2016, OS 15 ANOS DA ELEVAÇÃO A CIDADE.
HÁ 31 ANOS FESTEJÁMOS AS BODAS DE DIAMANTE DA FREGUESIA. 
AQUI FICA A NOSSA HOMENAGEM A ESTA TERRA DE PROMISSÃO

A Gafanha da Nazaré comemorou 75 anos -Bodas de Diamante- como Freguesia, em 1985. As primeiras referências a esta região datam de 1670, mas é em finais do Séc XIX e no Séc XX que se dá o grande desenvolvimento, apoiado na pesca, nas secas do bacalhau, na construção naval e indústrias afins, no Porto de Aveiro e na própria agricultura. A Gafanha ainda hoje tem a maior frota de navios para a pesca do "fiel amigo" e é, justamente, considerada a Capital do Bacalhau.
A Freguesia da Gafanha da Nazaré nasce em 31 de Agosto de 1910 e, já em 1969, a 29 de Outubro, é elevada a Vila. Era Presidente da Junta Albino da Costa Miranda. 
Mas o seu desenvolvimento não pára e é Cidade em 19 de Abril de 2001. Comemorámos neste ano de 2016, 15 anos como cidade.
A Gafanha da Nazaré começou a ser habitada por gentes de Vagos e de Mira, mas a meados do século passado há  uma forte imigração de populações do Norte de Portugal, nomeadamente de Guimarães, Fafe, Póvoa do Varzim, também de S. Pedro do Sul e mesmo do Algarve, peritos em redes para a pesca. 
Somos, assim, uma Terra composta por gentes de muitas outras povoações, mais de mil, tornando-se numa irmandade acolhedora e gentil. Em 100 anos, a Gafanha, de Terra quase desconhecida transforma-se na Terra da Promissão. População distribuida por 8 Lugares: Cale da Vila, Chave, Bebedouro, Cambeia, Forte da Barra, Marinha Velha, Barra e Remelha.
Nas comemorações das Bodas de Diamante da Freguesia, além da sessão solene, foram homenageadas figuras ilustres da nossa Terra, com a atribuição do seu nome a ruas. Foi elaborada uma lista, por mim, Humberto Rocha, com mais de 40 nomes e que foi entregue na Assembleia de Freguesia pelo Prof. Fernando Martins, na sua qualidade de Presidente desse Orgão. Só uma mágoa me resta, por terem sido rejeitados dois nomes que, na minha óptica, bem mereciam serem perpetuados: O Perrana que encantou a nossa meninice, com o seu porte altivo de Rei Herodes, de voz forte, tonitruante e o Benjamim Café, o "Senhor Mestre", que nos dava Catequese e nos ensinou as primeiras letras.
Durante as festividades foram colocadas as primeiras placas toponímicas homenageando Manuel da Rocha Fernandes, Prior Guerra, Prior Sardo, Prof. Oliveira, Prof. Carlos, Comendador Egas Salgueiro e Prof. Maria da Luz Carlos.
Recordamos com saudade alguns dos que nos acompanharam nesse dia: António João da Rocha, Padre Manuel Maria, Padre Rubens, Prof. Filipe, Capitão Juvenal, Albino Miranda, Maria Manuela, Manuel Cravo da Rocha, "Ti" Rita,  José Rocha, Manuel da Raquel, Marcos Filipe e outros.

Humberto Rocha




23 de março de 2016

A LUZ AO FUNDO DO TÚNEL…

Embora com grandes atrasos, que se traduziram em mais uns tempos de agressão à saúde dos habitantes da Gafanha, finalmente viram a luz do dia os Estudos para a colocação, no Cais Comercial, da Barreira Eólica contra ventos dominantes e da Estação de Monitorização da Qualidade do Ar na Envolvente do Porto de Aveiro, em recolha contínua de dados.
BARREIRA EÓLICA 
Estes Estudos, como era óbvio, vieram provar que a Barreira irá melhorar a qualidade do ar e, por conseguinte, as condições de vida dos habitantes da Gafanha e povoações situadas a sul.
Dada a localização das habitações mais próximas do Cais Comercial do Porto de Aveiro, a Sul e SE do mesmo, verifica-se que as condições de vento N e NO se afiguram como as mais propícias ao transporte de partículas de petcoke, com eventual afectação da referida zona habitacional. 
Por tal motivo, foi considerada a colocação duma barreira composta, como a melhor configuração para reduzir as emissões de partículas a partir da pilha de petcoke e, logicamente, para protecção das comunidades urbanas a sul do Terminal de Graneis Sólidos.
De acordo com as cargas dos navios de transporte (6.000 a 10.000 toneladas) as pilhas de Petcoke atingirão, no máximo, 95m de comprimento, 33m de largura e uma altura de 7m. 
A Barreira de protecção, a norte, terá 109m de comprimento por 7,8 de altura, coadjuvada por uma barreira a noroeste com 30m de comprimento.
De notar que esta barreira também diminui as emissões de partículas com ventos Sudeste, que iriam afectar S. Jacinto, protegendo, também estas populações.
E de acordo com declarações da Cimpor, quando for construída a Barreira será executada a Bacia de Contenção de Lixiviados e a Estação de Tratamento, protegendo o ecossistema da Ria, uma Zona de Protecção Especial (ZPE).
ESTAÇÃO DE MONITORIZAÇÃO DA QUALIDADE DO AR
Quanto à Estação de monitorização será colocada na Escola Básica 2.3 da Gafanha da Nazaré e fará a recolha de dados em contínuo, com transmissão em tempo real para um sistema central a instalar no Porto de Aveiro, permitindo, automaticamente, gerar alertas de excedências para os vários parâmetros considerados, permitindo a eventual implementação de medidas de minimização de emissões, caso se confirme a influência das actividades do Porto. 
Embora admitindo esta concepção de localização deste equipamento, face à melhoria das condições de movimentação do Petcoke já implementadas pela Cimpor e pela APA e o facto de se tratar duma estação de leitura permanente, continuamos convictos de que a melhor localização seria na Rua São João de Deus, perto do cruzamento com a Rua da Seca, na primeira linha de edifícios habitacionais localizados a sul e sudeste da zona portuária e com uma 2.ª estação em S. Jacinto, que serviria de referência, ao mesmo tempo que mediria o grau de poluição nesta Freguesia.
O equipamento terá capacidade de avaliar os seguintes parâmetros:
  • Partículas em suspensão (PM10) 
  • Partículas em suspensão (PM2.5) 
  • BTEX (Benzeno, Tolueno, Etilbenzeno, Xileno) 
  • Óxidos de azoto (NOx, NO, NO2) 
  • Monóxido de carbono (CO) 
  •  Dióxido de Enxofre (SO2)

Esta Estação já foi contratualizada com uma empresa, que espera poder instalá-la ainda no mês de Abril.

Foi um conflito longo, de mais de dois anos, mas que valeu a pena, pois irá resultar na melhoria da qualidade do ar na Gafanha da Nazaré e povoações a sul, protegendo a saúde dos seus habitantes.
A ADIG esforçou-se para conseguir este desiderato e está reconhecida a todos aqueles que a acompanharam e apoiaram. Sem a sua ajuda e, principalmente, sem o seu incentivo, seria mais difícil alimentar o entusiasmo que sempre nos norteou.
Aos mais cépticos, àqueles que duvidaram de conseguirmos alcançar os objectivos, compreendemo-los, tantas têm sido as lutas perdidas ao longo dos tempos, mas só podemos reiterar-lhes o nosso agradecimento, pois a sua atitude só mais acirrou a nossa teimosia, na defesa dos direitos das populações.
Para os Poderes Públicos só uma simples e curta frase: Ficou provado que tínhamos razão…
Agora que alcançámos este ponto, estamos convictos de que a Administração do Porto de Aveiro e a Cimpor têm igual empenho em solucionar rapidamente o problema e duma vez por todas, os Gafanhões poderão deixar em herança aos seus filhos e netos uma Gafanha mais limpa, convivendo com um Porto que respeita o espaço em que se enquadra.
Gafanha, 20 de Março de 2016
Pel’A ADIG

Humberto Rocha

A ADIG TEM QUEM A ACOMPANHE...


PETCOKE:
Bloco de Esquerda apresenta proposta para conclusão das obras de proteção da população

O Bloco de Esquerda apresentou um projeto de resolução na Assembleia da República que "recomenda ao Governo a conclusão das medidas mitigadoras relativas às descargas de coque de petróleo no porto de Aveiro".
A Cimpor movimentou coque de petróleo (petcoke) durante dois anos sem licenciamento até o caso ser denunciado publicamente no início de 2015. Desde então, a atividade persiste e as principais medidas mitigadoras ainda não saíram do papel. O coque de petróleo coloca em risco a saúde pública, nomeadamente através da inalação de partículas finas.
A proposta recomenda ao Governo que "garanta, em articulação com as entidades competentes, a conclusão das medidas mitigadoras relativas às descargas de coque de petróleo no porto deAveiro". E especifica: (i) a construção da barreira eólica contra ventos dominantes, de Norte e Noroeste; (ii) a implementaçãoda bacia de contenção de lixiviados e estação de tratamento; (iii) a instalação permanente de uma estação de monitorização da qualidade do ar; (iv) plantação de uma barreira arbórea entre o porto comercial e as habitações da Gafanha da Nazaré.
O projeto recomenda ainda que se efetue "a monitorização e reavaliação da situação ambiental e dos riscos para a saúde pública após as medidas mitigadoras", que se elabore "um manual de boas práticas para a movimentação de coque de petróleo no país" e que se "reavalie a legislação relativa à atividade com coque de petróleo e as atividades de fiscalização no sentido de garantir a proteção das populações e boas práticas ambientais".
O Bloco questionou ainda o governo, por escrito, sobre se foi instaurado algum processo de contraordenação à Cimpor por ter desenvolvido a atividade ilegalmente durante dois anos e se a atividade já está licenciada e em que condições.
1. Garanta, em articulação com as entidades competentes, a conclusão das medidas mitigadoras relativas às descargas de coque de petróleo no porto de Aveiro, nomeadamente:
i. a construção da barreira eólica contra ventos dominantes, de Norte e Noroeste;
ii. a implementação da bacia de contenção de lixiviados e estação de tratamento;
iii. a instalação permanente de uma estação de monitorização da qualidade do ar.
iv. plantação de uma barreira arbórea entre o porto comercial e as habitações da Gafanha da Nazaré
2. A monitorização e reavaliação da situação ambiental e dos riscos para a saúde pública após as medidas mitigadoras.
3. Elaborar um manual de boas práticas para a movimentação de coque de petróleo no país
4. Reavalie a legislação relativa à atividade com coque de petróleo e as atividades de fiscalização no sentido de garantir a proteção das populações e boas práticas ambientais.


20 de março de 2016

PÓ BRANCO DERRAMADO NAS ESTRADAS DA GAFANHA

ALERTA!...

PÓ BRANCO DERRAMADO NAS ESTRADAS DA GAFANHA

A ADIG denuncia, mais uma vez, derrames, nos dias 10 e 15 de Março de 2016, dum produto, de cor branca, de odor intenso, que afecta a respiração, na Rotunda do Forte da Barra e pelas estradas que dão acesso ao Porto de Aveiro.

Julgamos tratar-se, mais uma vez, de Carbonato dissódico,. que foi carregado no Cais Comercial.

A acção de limpeza que se segue, não invalida que as gentes da Gafanha estejam preocupadas com a sua saúde e que denunciem essas faltas de cuidado dos transportadores, que devem ser rigorosamente fiscalizados.

A ADIG alertou a Administração do Porto de Aveiro e denunciou o caso às autoridades.

Pel’A ADIG

Humberto Rocha